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sábado, 14 de maio de 2011

MARINA SILVA, QUEM DIRIA HEIM !!! EM QUEM ACREDITAR ?

Marina Silva.
O povo brasileiro já não sabe mais em quem acreditar, nossos políticos fazem todo tipo de protesto, falam em favor do povo, brigam etc... até que um dia chegam ao poder, e então !!! tudo fica igual ou pior do que os que já estão lá, desvio de recursos públicos, favorecimento a seus aliados ou parentes, enfim fica tudo a mesma coisa, agora recentemente fomos até surpreendidos com as declarações do senhor Aldo Rebelo, deputado federal (PCdoB) São Paulo e relator do Código Florestal Brasileiro, tudo parecia perfeito, Aldo íntegro, moralista, eficiente em seu trabalho até que seu relatório chegasse ao plenário para apreciação e votação e então como diz o velho ditado, "o caldo entornou" contrariada com alguns itens do relatório, Marina Silva fez algumas críticas em seu Twitter, Aldo não gostou e da plenária detonou, "a ex-senadora Marina Silva, que postou em seu Twitter que eu fraudei o texto. Quem fraudou, quem contrabandeou madeira, foi o marido da senadora. Na época, fui eu que defendi o marido dela nesta Casa", atacou , referindo-se ao suposto envolvimento do marido de Marina, Fábio Lima, em fraudes no Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama) sacou uma acusação contra Marina - e que pesa também sobre ele mesmo. Em 2004, quando era ministro da Articulação Política, ele teria operado, a pedido da então ministra do Meio Ambiente, para derrubar no Congresso um requerimento de convocação de Lima esposo de Marina Silva, para depoimento. O marido de Marina Silva era acusado de envolvimento na doação de madeira clandestina apreendida na Amazônia a uma organização não-governamental.
A madeira apreendida, 6.000 toras de mogno, compunha uma carga milionária. O  Ibama repassou o material à Organização Não-Governamental Fase – que, por sua vez, entregou o material nas mãos de uma madeireira, a Cikel. Descontados os custos do processo, a companhia pagou 3,5 milhões de reais à Fase para ficar com o material. Sua contabilidade atribuiu ao mogno o valor de 8 milhões de reais.
A ligação de Fábio Vaz de Lima com o caso foi aventada porque ele era casado com a então ministra Marina Silva e havia sido o nome mais influente do Grupo de Trabalho Amazônico (GTA), uma entidade que congrega dezenas de ONGs e tem na Fase um de seus principais integrantes. Fábio teria influenciado a decisão do Ibama, um órgão controlado pelo Ministério do Meio Ambiente. 
O Tribunal de Contas da União analisou o caso e apontou irregularidades na transferência da madeira. A escolha do destinatário do material não foi justificada. O valor real das toras de mogno seria de 36 milhões, e não de 8 milhões, como apontado na prestação de contas da madeireira que adquiriu a carga. A análise também relata que um grupamento do Exército solicitou parte da madeira para usá-la em instalações militares, mas não foi atendido. 

“A doação promovida por ente público não pode ser realizada sem a devida observância dos princípios da isonomia, impessoalidade e publicidade. No caso sob exame, falhou-se nesse aspecto”, aponta o ministro relator, Humberto Guimarães Solto. 

Por intermédio de sua assessoria, a ex-senadora informou que todo a doação da madeira à Fase, por iniciativa do próprio Ibama, teve acompanhamento do Ministério Público Federal, que não detectou nenhum tipo de irregularidade.
Mas, na ocasião, não faltaram denúncias de que o material apreendido envolveria negociações escusas com madeireiras. Não por acaso, as suspeitas chegaram ao Congresso Nacional. Na Comissão de Fiscalização Financeira e Controle, o deputado Luis Carlos Hauly (PSDB-PR) apresentou um requerimento para convidar Fábio Vaz de Lima e alguns dirigentes do Ibama para esclarecer a negociação.
Foi aí que Aldo Rebelo entrou em campo. Ministro da Articulação Política, ele foi procurado por Marina para conversar com aliados e blindar Fábio  Vaz de Lima. Funcionou: o requerimento foi rejeitado.
Com os debates sobre o Código Florestal, Aldo Rebelo e Marina Silva ficaram em lados opostos. Esta errado Aldo pela omissão em não apurar os fatos e a ministra Marina na época, por favorecer seu esposo, tudo isso veio a tona, mas é pouco provável que o caso ainda venha a ser esclarecido, a final estão todos na mesma panela e dão o mesmo caldo, o povo brasileiro merece uma boa explicação.  

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