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quinta-feira, 12 de maio de 2011

ÚLTIMOS DIAS PARA VACINAR.

População alvo tem até o próximo dia 13 para se vacinar em um dos 33 mil postos de todo o país

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe entra na sua última semana. A população tem até a próxima sexta-feira, dia 13 de maio, para procurar o posto de saúde mais próximo para se vacinar.
Até esta data, pessoas com 60 anos ou mais e gestantes em qualquer período da gravidez devem procurar um dos 33 mil postos de vacinação do país. Pais ou responsáveis devem levar crianças de seis meses a menores de dois anos (1 ano 11 meses e 29 dias) para se vacinar.
No caso dos indígenas, outro público-alvo da campanha, a vacinação ocorre nas aldeias onde vivem. A campanha também é destinada aos trabalhadores de serviços de saúde, que devem seguir as recomendações das Secretarias Estaduais e Municipais.

Balanço parcial

Até as 19h dessa terça-feira, dia 10, 13.943.804 pessoas se vacinaram, em todo o Brasil, de acordo com informações encaminhadas ao Ministério da Saúde pelas Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde. O número representa 46,6% de toda a população alvo, de aproximadamente 30 milhões de pessoas. A meta é vacinar 80% dessa população — o que representa cerca de 24 milhões de pessoas. Portanto, os 13,9 milhões de vacinados representam 57,9% da meta.
Até este horário, as maiores coberturas estavam entre as crianças de seis meses a menores de dois anos, com 51,7% da população desse grupo vacinados; e idosos com 60 anos e mais, com 48,9%. Entre os trabalhadores de saúde, a cobertura estava em 43,4%.
Gestantes (31,1%) e indígenas (23,9%) tinham as coberturas mais baixas, até as 19h desta terça-feira. No caso das grávidas, deve-se considerar que o cálculo é feito com base no número de nascimentos durante todo o ano. Por isso, é preciso levar em conta as gestantes que deram à luz nos primeiros meses do ano, antes da vacinação, e as que vão engravidar após a Campanha.
Em relação aos indígenas que vivem em aldeias, deve-se considerar o fato de que eles habitam áreas remotas, de difícil acesso. Por isso, os dados só são inseridos no sistema de informações depois que as equipes voltam das aldeias. (Fonte: Ministério da Saúde)

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