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sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Corinthians em seu primeiro treino no Japão tem boas vindas de mais de 50 torcedores "virados"


Alguns deles deixaram o trabalho mais cedo para chegar ao local da atividade em Kariya.

Torcedores se esforçaram para ver o primeiro
 treino do Corinthians no Japão

O Corinthians foi a campo pela primeira vez nesta sexta-feira em território japonês. No Wave Stadium, um complexo esportivo na cidade de Kariya, próxima a Nagoya, os jogadores foram recebidos por cerca de 50 torcedores que penaram para assistir à atividade. Um esforço ainda maior para alguns que deixaram um turno de trabalho de 12 horas para assistir o Corinthians.

Distantes do campo onde os jogadores treinavam, um grupo de 15 torcedores reclamava da falta de carinho dos jogadores com eles. Gritavam, se esgoelavam, e nada de acenos ou aproximação. “Não viemos roubar ninguém se é disso que eles têm medo. Todos aqui trabalham. Muitos mais de 12 horas. Não precisamos roubar. Todo mundo já tem um iPhone”, disse André Luiz Oliveira, paulista de Andradina, e morador do Japão há 16 anos.

Do lado oposto do grupo onde estava André, membros da Gaviões da Fiel levantaram uma das suas faixas para saudar os jogadores. A administração do estádio também deu as boas vindas com uma mensagem em inglês no placar eletrônico do estádio, normalmente usado para jogos de rúgbi.
O treino terminou e não havia sinalização de que os jogadores pudessem chegar perto dos torcedores. O lateral-esquerdo Fábio Santos, depois do treino, ainda no campo, disse que tentaria saudá-los na saída para o ônibus. E foi assim que aconteceu. Mais organizada que a chegada do time ao hotel de Nagoya, na quinta-feira, foi criada uma área para os jogadores atenderem os fãs.
“Pô, era o mínimo que podiam fazer. Todo mundo aqui trabalha e faz de tudo para acompanhar o Corinthians. É um sonho estar aqui e ver o Corinthians no Japão. É algo que não tem como explicar. Principalmente para um corintiano que mora aqui há anos”, disse Rogério Miciano, paulistano que está no Japão há 15 anos e desde então não via seu time de coração de tão perto.

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